Discussões, Dissertações e Poesia
Tempestade




Não tenho tempo a perder
a vida é muito curta pra fazer todas as coisas
que eu quero fazer
pra viver tudo que eu quero viver, pra dizer tudo que eu
quero dizer
pra ver tudo que eu quero ver
pra entender algúma coisa do que
vale a pena, só do que vale a pena
e aprender a esquecer tudo o que faz a
minha alma se sentir pequena
quem me envenena de um jeito
traiçoeiro
esquece que o feitiço às vezes vira contra o feitiçeiro
mas tô
ligeiro, um dia é do caçador, outro da caça
nada nessa vida a gente ganha de
graça
eu fui na raça e no peito e vim no peito e na raça
passei na
tempestade e vi que a tempestade passa
tá na correria? Vai nessa
mas onde
você vai com tanta pressa?
tem armadilha na trilha, tem armadilha na
trilha
tem armadilha na trilha, tem armadilha
Passei por toda tempestade e
sei que toda tempestade passa
agora faz calor, depois também faz frio
a
vida é feito um mar e eu vou que nem um rio
correndo sem parar, sei que vou
chegar
sei que vou chegar, apesar dos meus desvios

sei que vou chegar e que eu não me extravio
sei que vou chegar e que eu
não vou vazio





quando a bomba estourar eu quero 'tar sorridente
quero 'tar
limpando os dentes com um pedaço do pavio
sem perder a perseverança
sem
perder o equlíbrio na balança
sem perder a humildade na bonança
que depois
da bonança vem tempestade, cumpádi

depois da bonança vem tempestade,
cumpádi
depois da bonança vem tempestade
depois da tempestade vem bonança
também
atividade enquanto o lobo não vem
tem armadilha na trilha, tem
armadilha na trilha
tem armadilha na trilha, tem armadilha
passei por toda
tempestade e sei que toda tempestade passa

Nada, nada, respira
direito
respira, respira, o ar ficou rarefeito
se a canoa tá virada não
tem outro jeito
vai no peito e na raça, vai na raça e no peito

Nada
como um nado estilo livre nesse mar
nado de peito que é desse jeito que eu
curto nadar
nadar da pedra pra praia, da praia pra pedra, do canto pro meio,
do meio pro canto, do raso pro fundo
do fundo do peito, de dentro da onda pra
fora da linha da arrebentação da ressaca do mundo
alguns segundos só na
apnéia
sem respiração, só pra abrir o pulmão e as idéias
só pra sentir
saudade do oxigênio
e respirar de novo e me lembrar de que isso é um
prêmio
só pra cuspir com força o gás carbônico
como se eu vomitasse os
meus problemas mais recentes e os crônicos
como se eu decolasse naquela asa
delta que levou o nosso amigo de repente
e pudesse pousar tranquilamente,
talvez no pára-pente, talvez no pára-quedas sobressalente
sorridente como
sempre lá no alto, sempre pronto pra dar mais um salto
o nosso encontro tá
marcado aí no céu
a gente perde a linha mas não perde o carretel
Não tenho
tempo a perder
a vida é muito curta pra fazer todas as coisas que eu quero
fazer

Quem tem boca vai a Roma, quem tem barco vai a remo
quem tem
burka vai a Meca, quem tem beca vai a festa e parte logo pro ataque
quem tem
beque se defende, quem tem craque surpreende com uma jogada de ...
estufa a
rede, faz um golaço
o lançe é ocupar os espaços
sem perder a
perseverança
que depois da tempestade vem bonança

depois da bonança
vem tempestade, cumpádi
depois da bonança vem tempestade
depois da
tempestade vem bonança também
atividade enquanto o lobo não vem
tem
armadilha na trilha, tem armadilha na trilha
tem armadilha na trilha, tem
armadilha
passei por toda tempestade e sei que toda tempestade
passa

Gabriel Pensador

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h48 [] [envie esta mensagem]


O que sabemos sobre nós?

O que sabemos sobre nós?

No começo só havia o vazio...
Transbordando com infinitas possibilidades...
Das quais você é uma...

Como nós podemos continuar a ver o mundo como real se nosso âmago que está determinado a ser real é intangível?

Quem somos?
De onde viemos?
O que devemos fazer?
E para onde vamos?

por que estamos aqui?
Essa é a pergunta elementar!

O que é realidade?
O que eu achava irreal hohe é para mim mais real do que coisas que achei reais, que agora acho que são irreais.

Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições.
O mundo é plano...
O mundo é redondo, etc...

Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdades mas que podem ou não ser verdadeiras.

Claro que históricamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras.
Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas.
Estamos presos à certos preceitos sem saber disso.
É um paradoxo.

É hora de ficar esperto.
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?
Não é incrível existirem opções e potênciais que desconhecemos?
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criam nossas vidas.
Que compramos a ideia de que não temos controle algum?
Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno.
Na ciência moderna é justamente o contrário.
Ela diz que o que acontee dentro de nós é que vai criar o que acontece fora.
Então os cientistas se perguntam:
Quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos?

Bem vindo à grande quadra de possibilidades intermináveis.
  ( Um menino joga a bola e que passa pelas mãos e bate no estomago ).
 - Horrivel. Têm que acertar pelo menos uma! Diz o menino.
 - Isso doeu! Responde a mulher.
 - A bola não tocou em você.
 - Tá bom.
 - E não é solida. A maior arte dessa bola está vazia

De uma olhada em  um atomo por exemplo.
Pensamos que é uma especie de bola sólida.
Mas na verdade.. É esse pontinho pequeno com matéria centro cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem.
Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensavamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons.
A coisa mais sólida que pode existir nssa matéria desprovida de substância é mais um pensamento, um bit de informação concentrada.

 - Como eu disse, você nunca tocou em nada. Diz o menino.

Os elétrons criam uma carga que afasta os outros eletrons antes do toque.

- Então.. Ninquem toca em nada...  Continua o menino com expressão de simplicidade.

Essa exposição vem do Japão.
E o autor é o Sr. Missuro Imoto. Ele se interessou na estrutura molecular da água e o que a afeta.
Sendo a água o mais receptivo dos quatro elementos, O Sr. Imoto pensou que ela poderia responder a eventos não físicos.
Ele então realizou vários estudos onde aplicou estimulos mentais e os fotografou com um microscópio de anti-matéria.
A primeira foto é da água da represa Fujiwara (A imagem de um floco de neve distorcido) .
E essa foto é da mesma água após sido benzida por um monge zen-budista (A imagem de um floco de neve perfeito).
Nestas próximas séries de fotos, p Sr. Imoto imprimiu palavras e as colocou em garrafas de água destilada, deixando-as passar a noite assim.
Essa primeira foto mostra a água destilada em sua essência (A imagem de um tetraedo simples).
A foto a seguir como podem ver, é diferente. É o "Chi do amor" (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa forma diferente).
E aqui vocês podem ver a foto da palavra "Obrigado". (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa outra forma diferente).

A ciência de como isto afeta as moléculas é desconhecida.
Menos para as moléculas da água, claro.
E é fascinante se pensarmos que 90% do nosso corpo é composto de água.

Faz a gente pensar, não é?
Se pensamentos fazem isso com a água, imagine o que podem fazer conosco.

Se você acreditar com tudo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

No nível subnuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Como um homem ou uma mulher podem pecar contra algo tão supremo?
Como pode uma pequena unidade de carbono, na terra, na via láctea, trair Deus todo poderoso?
É impossivel.
O tamanho da arrogância é o tamanho do controle daqueles que criam a imagem de Deus de forma errada.
É hora de ficar esperto.

Hem? Não entendeu?

Aqui está o video de onde tirei este texto...
Só pra fritar um pouco as mentes ociosas.

What the Bleep Do We Know?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h59 [] [envie esta mensagem]


Programa Interessante!

While (Me.Debug)
{
   Try
   {
      Me.Bravo--;
      Me.Acalmar++;
      FixProblemas();
      If (Me.Bravo > Me.Acalmar);
         Throw Nem Object('Damn Bugs!')
   }
}

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h52 [] [envie esta mensagem]


Por um Fio!

Inspirado pelo filme de ontem estive pensando...
Se você tivesse que se confessar publicamente...
Para quem e até mais importante por que você se confessaria?

Eu do meu lado sem querer ser arrogante não sei se teria muito que falar.
Quem me conhece sabe que sou mais de falar, contar o que tiver que contar e acabou.
Sempre preferi poder olhar nos olhos da pessoa com quem falo sem culpa do que qualquer outra coisa...
Sou muito sincero, chego a ser grosso às vezes por causa disso...
Não chega a ser uma coisa meio Ronald Weasley (exemplo Harrypoteriano claro) aquela sinceridade quase infantil de falar a verdade sem se dar conta... No meu caso é uma consciente e pensada, tentando quando se trata de falar a verdade sobre os outros chocar e gerar movimento.
Acho que o que teria pra falar seriam algumas meias verdades, afinal omitir não é mentir.
Muitas vezes eu deixo de falar coisas para não machucar as pessoas que gosto...

E você? Teria muito que dizer?
Ou suas mentiras são tão grandes que iria preferir morrer com o tiro que confessar seus pecados?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 08h08 [] [envie esta mensagem]


Cena de filme

Acho que é um bom motivo e momento pra postar isso aqui...

Cena de filme – A separação

Entram pela sala apressados uma mulher puxando seu filho pela mão...
Uma senhora de aparência simples, porém de semblante severo os recebe com um ar de poucos amigos indica que ele está (dando a entender que ele não está bem).
Apesar de notar a aparência da senhora há uma ligação de cumplicidade neste momento entre ela e a mulher que têm o filho à tira cola.
Um homem saindo de um quarto ligado a sala entra cambaleando e gritando.
Todos vão aos gritos para a cozinha por um estreito corredor pegar um caderno e começam a escrever algo que a criança apesar de já saber ler não entende muito bem.
A criança assiste a tudo meio perplexa, não entende muito bem o motivo de estarem ali, nem o por que da gritaria... O medo paira no ar.
A atmosfera é pesada e rapidamente a cena se desloca da cozinha pelo corredor e volta pra sala com uma corrida em fuga da mulher.
Neste momento a mulher é alcançada pelo homem que a derruba com um soco nas costas.
As cenas ficam desfocadas neste momento... Flash’s aparecem sem ordem aparente:
O homem montado em cima da mulher lhe dando bofetões
A mulher de costas para o homem gritando de dor e o homem lhe arrancando um tufo de cabelo.
Até o momento que aparentemente acordando de um sonho ruim o menino pula em cima de seu pai. Desesperado ele tenta desvencilhar o Pai dos cabelos da Mãe... Gritando e pedindo para parar.
Num movimento rápido de braço o Pai atira o menino contra a parede oposta onde este fica... Parado e sem ar pela força do arremesso.
A cena fica em câmera lenta todos perplexos com o ocorrido, apesar de ser nítido que o homem não têm consciência de seus atos até mesmo ele para, a senhora que assistia a tudo chorando finalmente se manifesta de maneira mais ativa gritando com o homem que por um momento recua a fica sem saber o que fazer.
Rapidamente a Mãe e o menino correm para o quarto que dá na sala e trancam a porta...
Ouve-se gritos do lado de fora do quarto... Um barulho estranho de alguma coisa pesada sendo lançada no sofá... De repente a porta começa a ser esmurrada, o homem ameaça derrubar a porta, está agora mais enfurecido do que nunca. Mas apesar de seus esforços a porta parece ser bem resistente.
Silencio na porta do quarto por um segundo, os murros e gritos param... Dá para ouvir a porta da sala se abrindo e os gritos de ódio voltam a tona...
O homem decide tentar a janela, rapidamente a mulher corre e consegue trancar a janela antes do homem conseguir chegar até ela.
OS dois (Mãe e filho) se encostam na parede oposta à janela como se as mãos do homem conseguissem passar pelo vidro, pela armação de metal da janela e atravessas o quarto inteiro e conseguir tocá-los.
Ódio é a única coisa que se vê no rosto do homem, não dá para reconhecê-lo.
Num ultimo ato de loucura, frustrado aparentemente por não conseguir chegar até a mulher e o menino ele dá um murro no vidro.
Seu braço entra jorrando sangue no quarto... Ele tenta alcançar os dois, mas o braço não consegue avança mais do que isso está até o cotovelo para dentro do quarto...
Aparentemente sem sentir dor ele retira o braço dos estilhaços do vidro da janela e sai, desiste de continuar, não pelo braço que pinga sangue, mas parece que a moral do que aconteceu finalmente o atinge... Cambaleando ainda e chorando com sigo mesmo, falando consigo mesmo ele deixa a casa e sai rua abaixo...
Mãe e filho atônicos ainda abrem a porta e se deparam com a senhora, pálida e tremula à porta que pede por favor para eles saírem e irem embora o quanto antes. Antes que ele volte...
A mulher pega os papeis e os dois saem...

Está é uma cena que aconteceu... No mundo real, meu passado.
Não postei por que isso me machuque mais. Mas acho relevante para as outras pessoas poderem me conhecer. Afinal isso é uma das coisas que aconteceu comigo, ajudou a me formar, meu caráter...

Na minha adolescência eu tive uma relação até que boa com meu pai. Ele chegava a ser uma pessoa muito legal quando estava bem, e sem beber.

Meu Pai já morreu, não faz tanto tempo assim...
Quando ele morreu eu já tinha me afastado dele outra vez...
Não me sinto culpado... Não fiquei triste...

Volto a dizer não postei está história por me machucar ainda nem por nada assim...
Li em outro blog e decidi compartilhar...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h16 [] [envie esta mensagem]


Impotente

do Lat. impotente
adj. 2 gén.,
que não tem poder, força suficiente para fazer alguma coisa;fraco, débil; que não tem potência;
s. m.,
o que não é potente.

O engraçado é se sentir assim pelo mais diversos motivos.
Não ter o que postar, ter, mas não saber ou não conseguir se concentrar ou mesmo limpar as idéias... Manter o raciocínio sabe.
Diante de um acidente, diante de uma falha sua, têm tantos e tantos motivos que nos deixam assim...
Eu estive... Há mais de um ano e meio atrás por causa de um derrame o mais “Impotente” que eu jamais sonhei em estar.
Este fantasma ainda assombra e faz chorar. E ainda leva a pergunta será que vai ser pra sempre assim?
A resposta estaria no destino? Seria uma praga? Um carma?
Carma no Matrix é mais ou menos: O que eu estou aqui pra fazer.
Então analisando por este prisma eu estou destinado, fadado a passar por isso? Mas isso seria um teste de força, coragem ou fé?Seria um teste com que finalidade?
Às vezes infelizmente fico pensando que Deus deva ser uma criança que se diverte vendo sua colônia de formigas no aquário...
Mas na mesma hora me lembro que sai disso uma vez... Sem seqüelas e sem problemas.
E isso me leva a pensar que ele se manifesta e até mesmo ajuda.
Não que eu seja da pessoa que fica sentada esperando um “milagre”. Esforço e determinação são características que eu respeito e admiro muito.
O que mais me fez sentir Impotente não foi nem a paralisia do braço, tudo bem que a falta da fala me deixava nervoso e triste de uma maneira que nunca pensei que eu seria capaz de me sentir.
Mas estar internado era uma criptonita muito forte, não sei explicar o que eu sentia por estar internado... Não encontro palavras pra descrever... Mas acho que se tornou meu maior medo!
Espero nunca mais ter que ficar internado! E não desejo isso pra ninguém...
Como vocês podem ver ainda não estou conseguindo limpar as idéias pra postar.
Estão saindo de uma coisa e indo pra outra num segundo só.
Mas eu ando assim também então fazer o que não é...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 14h14 [] [envie esta mensagem]


K7

É do K7 mesmo esse Blog! Link

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h05 [] [envie esta mensagem]


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