Discussões, Dissertações e Poesia
Pelos Olhos...

Por quais olhos?

Jovens, vividos, à espreita de tudo.

Velhos, caminhos percorridos, machucados.

Repletos de esperanças e desilusões.

Na agonia da alma dos olhos que vêem...

Mas tudo e nada falam num relance.

No cansaço das venturas paradas.

Pelos caminhos começados e futuros.

Ainda aqui resta o espelho.

Reflexo da tentativa de ser.

Aquilo que a criança idealizou.

Seguindo, e pela vida...                 Moldando-se.

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h01 [] [envie esta mensagem]


Este monge  é

BANKAI

Tomem muito cuidado.

Principalmente quando ele abrir os olhos!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h35 [] [envie esta mensagem]


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 16h29 [] [envie esta mensagem]


Escuta o meu silêncio!

Fica quieto!

Não me vire o rosto...

 

Tente Entender...

Respeitar!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h22 [] [envie esta mensagem]


Três corajosos Foram!

E se divertiram muito!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 11h40 [] [envie esta mensagem]


 

"O PECADO ORIGINAL É

LIMITAR O SER. NÃO O FAÇA."

 

"Richard Bach"

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h03 [] [envie esta mensagem]


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 11h29 [] [envie esta mensagem]


Senhores!

Bem-vindos ao Clube da Luta.

A primeira regra do Clube da Luta é:

nunca fale sobre o Clube da Luta.

 

A segunda regra do Clube da Luta é...

...nunca fale sobre o Clube da Luta.

 

A Terceira regra do Clube da Luta.

Se alguém grita para...

...esperneia ou bate no chão...

...a luta termina.

 

A Quarta regra:

Só duas pessoas por luta.

 

A Quinta regra :

...uma luta de cada vez.

 

Sexta regra :

Nada de camisas e sapatos.

 

Sétima regra :

...as lutas duram o que tiverem de durar.

 

E a oitava e última regra.

Se esta for a sua primeira noite no Clube...

...você têm de lutar.

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 11h24 [] [envie esta mensagem]


Hora de jogar!

De quem é a vez mesmo?

Quem joga realmente este jogo?

Quem sabe realmente jogar!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 19h20 [] [envie esta mensagem]


Louco?

Dá mente ou do corpo?
Padeço do suplicio...
Ultimo suspiro...
Sufoco!

Mente perdida nos livros?
Vivos ou mortos?
Roídos e gastos do que mesmo?
Restos...

Insanidade do Corpo...
Necessidade de uma razão sem noção.
Sem guiar ou deixar!
Solta! Não salte agora!

Bate de frente no carro da emoção.
Volta aqui, não terminei de falar.
Vomitar meu sentir!
Pesar.

Quisera da quirera não precisar.
Livre voltar a ser.
Individuo, transparecer.

Toc, Toc...
Ouve...

Ela esta aqui...
Amiga irmã de minha personalidade...
Outrora no canto escondida...
Gêmeas.

Duas, em uma não mais...
Divididas pelo corte.
Sangrando ainda!
Forte no porte!

Quem me leva a embalar?
Benditos!
Ventos do Agouro e da Desunião!

Fim há neste?
Não posso eu dar...
Fica só o riso!
Medonho no Desespero! Rouco!

Em vão!

(Rodrigo Figueiredo)

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 14h16 [] [envie esta mensagem]


Albert Camus- CALÍGULA

CESÓNIA: Choras?

CALÍGULA: Sim, Cesónia.

CESÓNIA: Enfim, mudou alguma coisa? Se amavas Drusilla, também me amavas a mim e a muitas outras. Não havia razão para que a sua morte te fizesse correr três dias e três noites pelos campos e te trouxesse agora com esse ar hostil.

CALÍGULA, voltando-se: Quem fala de Drusilla, doida? Não podes imaginar que um homem chore por outra coisa, a não ser por amor?

CESÓNIA: Perdão, Caius. Procuro compreender.

CALÍGULA: Os homens choram porque as coisas não são como deviam ser. (Ela avança para ele.) Não me toques. (Ela recua.) Mas fica ao pé de mim.

CESÓNIA: Farei o que quiseres. (Senta-te.) Na minha idade, já se sabe que a vida não é boa. Mas se o mal está na Terra, para quê torná-la ainda pior?

CALÍGULA: Não podes compreender. Que importa? Talvez encontre uma saída. Mas sinto que estão a crescer em mim seres sem nome. Que farei contra eles? (volta-se para ela.) Oh! Cesónia, eu sabia que podíamos desesperar, mas ignorava o que essa palavra queria dizer. Acreditava, como toda a gente, que estar desesperado era uma doença da alma. Estava enganado, o corpo é que sofre. Doem-me, os membros, a pele, o peito. Tenho a cabeça vazia e o coração sobressaltado. Mas, o mais horrível é este gosto na boca. Não a sangue, nem a morte, nem a febre, e a tudo isso ao mesmo tempo. Basta que mexa a língua para que tudo se torne negro, para que os seres me repugnem. Como é duro, como é amargo a gente tornar-se um homem!

CESÓNIA: Precisamos de dormir, dormir muito. Deixarmo-nos levar, sem reflectir. Velarei pelo teu sono. O Mundo recuperará para ti o gosto, quando acordares. Faz com que o teu poder sirva, então, para melhor amares o que puder sê-lo ainda. O possível também merece ter a sua oportunidade.

CALÍGULA: Mas é preciso o sono, o abandono. E isso não é possível.

CESÓNIA: É o que pensamos quando o cansaço se torna insuportável. Mas acabamos sempre por recuperar o equilíbrio, por encontrar de novo a antiga mão firme.

CALÍGULA: Pois é, apenas não sabemos onde pousá-la. Que me interessa ter firmeza nas mãos, para que me serve esse poder tão espantoso, se não posso alterar a ordem das coisas, se não posso fazer com que o Sol se ponha a Oriente, e com que decresça o sofrimento, se não posso impedir os seres de morrerem? Não, Cesónia, não podendo agir sobre a ordem do mundo, é indiferente que durma ou continue acordado.

CESÓNIA: Mas isso é querer igualar-se aos deuses. Não há pior loucura.

CALÍGULA: Também tu me julgas louco. E, no entanto, o que é um deus, para que deseje igualar-me a ele? Está para além dos deuses o que hoje desejo, com todas as minhas forças. Tomo de assalto um reino, onde impera o impossível.

CESÓNIA: Não poderás obrigar o céu a não ser o céu, um rosto belo a ser feio, nunca tornarás insensível um coração humano.

CALÍGULA, com exaltação crescente: Quero misturar a Terra com o Céu, confundir a beleza com a fealdade, fazer explodir o riso, do sofrimento.

CESÓNIA, de pé, diante dele, suplicante: Há o bom e o mau, o que é grande e o que é baixo, o justo e o injusto. Juro-te que tudo o que possas fazer não alterará nada.

CALÍGULA, no mesmo estado de exaltação: Darei a este século o dom da igualdade. E, quando tudo estiver nivelado, o impossível, enfim, sobre a Terra, quando a Lua for minha, então talvez eu próprio mude e, comigo, o mundo inteiro se transforme, os homens deixem de morrer, e todos sejam felizes.

CESÓNIA, num grito: Nunca poderás negar o amor.

CALÍGULA, explodindo, raivosamente: O amor, Cesónia! (Agarra-a pelos ombros e sacode-a.) Aprendi que não é nada. O outro é que tem razão: o Tesouro público! Ouviste-o, não é verdade? Tudo começa por aí. Ah, é agora que vou começar a viver. Viver, Cesónia- o contrário de amar. Sou eu que to digo. E convido-te [para] uma festa sem par, a um processo geral, ao mais belo dos espectáculos. Mas é-me preciso gente, espectadores, culpados.
(Salta para o lado do gongo e começa a bater-lhe ininterruptamente, em golpes cada vez mais fortes. Golpeando sempre.)

CALÍGULA: Farei entrar os culpados. Preciso de culpados. E todos eles o são. (Sempre batendo.) Quero que façam entrar os condenados à morte. Público, quero o meu público! Juízes, testemunhas, acusados de antemão condenados! Ah!, Cesónia, mostrar-lhes-ei o que nunca viram, o único homem livre deste Império!
(Ao som do gongo, o Palácio vai-se a pouco e pouco enchendo de rumores, que aumentam e se aproximam. Vozes, tilintar de armas, passos. Calígula ri e continua a bater no gongo. Alguns guardas entram, depois saem. Batendo no gongo).

(Albert Camus- CALÍGULA)

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h07 [] [envie esta mensagem]


Lulu Santos

Minha Vida

Composição: Desconhecido

Quando eu era pequeno
Eu achava a vida chata
Como não devia ser
Os garotos da escola
Só a fim de jogar bola
E eu queria ir tocar guitarra na TV

Ai veio à adolescência
E pintou a diferença
Foi difícil de esquecer
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel prazer

Quando eu sair de casa
Minha mãe me disse:
Baby, você vai se arrepender
Pois o mundo lá fora
Num segundo te devora
Dito e feito
Mas eu não dei o braço a torcer

Hoje eu vendo sonhos
Ilusões de romance
Te toco, minha vida
Por um troco qualquer
É o que chamam de destino
E eu não vou lutar com isso
Que seja assim enquanto é

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 10h24 [] [envie esta mensagem]


Eu queria realmente entender!

Por que é Real-mente assim...

 

Por que acontece isso...

 

Por que foi acontecer...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 08h24 [] [envie esta mensagem]


Dada a falta de imaginação!

E a Sexta-Feira...

 

Bebamos sim!

E continuemos vivendo....

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h54 [] [envie esta mensagem]


Versos íntimos

Augusto dos Anjos

 

Vês?! Ninguém assistiu ao formidável

Enterro de tua última quimera.

Somente a Ingratidão - esta pantera -

Foi tua companheira inseparável!

 

Acostuma-te à lama que te espera!

O Homem, que, nesta terra miserável,

Mora, entre feras, sente inevitável

Necessidade de também ser fera.

 

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!

O beijo, amigo, é a véspera do escarro,

A mão que afaga é a mesma que apedreja.

 

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,

Apedreja essa mão vil que te afaga,

Escarra nessa boca que te beija!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 08h48 [] [envie esta mensagem]


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 11h26 [] [envie esta mensagem]


Vamos começar.

 

Declaro aberta a sessão da

Sociedade dos Poetas Mortos.

 


"Fui para os bosques

viver de livre vontade,

Para sugar todo o tutano da vida..."

 

"Para aniquilar tudo o que não era vida,

E para, quando morrer,

não descobrir que não vivi!"

 

Mensagem de abertura de

Henry David Thoreau.

 

Faz muito tempo que queria publicar isso...

Só sempre esquecia de o fazer...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 10h52 [] [envie esta mensagem]


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h41 [] [envie esta mensagem]


Se alguma coisa lhe tocar...

Te ferir...

E mesmo assim você ter que continuar a sorrir?

 

Cadê? Quem lhe tocou?

O Que te feriu?

Cadê o sangue então?

 

 

 

E se nada você achar?

Que mesmo assim...

Você vai sucumbir...

E cair?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 16h14 [] [envie esta mensagem]


Agora com frases randomicas de autores legais!

Inspiração para muitos, referências para outros...

Vide lado direito(logo abaixo do Garfield)

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h17 [] [envie esta mensagem]


Digo isso pelo amor que sinto por você, mãe!

Digo isso pelo amor que a você pertence, Vô! Vó! 

Digo isso pelo amor que conquistaste, Amigo/Irmão!

Digo isso pelo amor que me consome, Amada!

 

Não deveria se chamar amor
Paulinho Moska


O amor que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor

Poderia se chamar nuvem
Pois muda de formato a cada instante
Poderia se chamar tempo
Porque parece um filme que nunca assisti antes

Poderia se chamar labirinto
Pois sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar aurora
Pois vejo um novo dia que está por vir

Poderia se chamar abismo
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar horizonte
Que parece linha reta, mas sei que não é assim

Poderia se chamar primeiro beijo
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar último adeus
Que meu antigo futuro foi abandonado

Poderia se chamar universo
Porque nunca o entenderei por inteiro
Poderia se chamar palavra louca
Que na verdade quer dizer aventureiro

Poderia se chamar silêncio
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo


Para um futuro em que faça sentido em um presente.

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h59 [] [envie esta mensagem]


Proclamo Cavaleiro!

 

Ide! Livrai minha terra do dragão monstruoso.

Serpente do mundo, aquele que do fogo é senhor.

Morte à criatura sem alma!

Minhas palavras são fortes sob o sol!

Mas a Noite as cala, junto com o assobio do vento,

da mudança, que ainda não veio...

Mas foi anunciada.

 

Persevera à luz da mão do inimigo...

Pois que tua pode ser a vitória!

Se da fé, contiveres em abrigo.

E a desesperança lançares ao passo do caminho.

 

Tortuoso pode ser seu andar.

Mas minhas esperanças, em ti deposito!

Breve retorno é o que lhe desejo.

 

Tempos bem aventurados os do passado.

Onde se vislumbrava uma missão maior e mais importante

do que si próprio.

Onde se vivia pelo código...

 

Ou não?

Só se torna ordinária a vida que assim o desejar!

 

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h35 [] [envie esta mensagem]


Onde será que coloquei?

Procuro, procuro e não encontro...

O pior é que até já esqueci...

 

O que mesmo estou a procurar???

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 14h37 [] [envie esta mensagem]


Bons amigos são difíceis de encontrar.

Mais difíceis ainda de deixar.

E Impossíveis de esquecer!

 

Estou sempre aqui..

Posso não aparecer sempre!

Mas estou aqui...

E quando quiser...

É só chamar!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 17h01 [] [envie esta mensagem]


Procura-se

Favor quem encontar

 informar-me!

 

Para eu poder comprar!!!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 14h21 [] [envie esta mensagem]


As pessoas que mais amamos

são coincidentemente

as que mais nos decepcionam,

 pois pensamos que são PERFEITAS,

e esquecemos que são HUMANAS.

 

Só espero que NÃO pense

que é de vc que tô falando!

Afinal,

Meus amigos não são Humanos normais!

Senão...

Nem seriam meus amigos...

 

Fica até a pergunta...

 

Será que são Humanos?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h38 [] [envie esta mensagem]


Abraham Lincoln

Imagem de Lincon original

Chora a democracia!

Chora a história!

Chora com a vergonha!

Esconde o rosto dos patriotas.

E se tudo continuar assim...

!!!!Guerra!!!!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h35 [] [envie esta mensagem]


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 15h35 [] [envie esta mensagem]


 

O mais viadinho.

 

O mais Chato!

O Mais legal...

O mais forte.

O mais confiante.

Qual vc é?

Link->Qual Cavaleiro vc é?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 14h48 [] [envie esta mensagem]


Uma coisa muito importante

que eu lembrei!

Sempre usem as propriedades

afrodisíacas

da

manga...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h14 [] [envie esta mensagem]


Dada a falta de inspiração "Momentânea".

Imagens Legais sempre quebram o galho...

 

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h11 [] [envie esta mensagem]


Repetir as vezes nem é importante! Mas...

O Maior de todos os pecados é: ARREPENDIMENTO!!!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h11 [] [envie esta mensagem]


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