Discussões, Dissertações e Poesia
Ajuda

Senhores(ras).

Preciso de ajuda! Preciso saber/conseguir/fazer alguma coisa com este blog.
Simplimente migra-lo para o WordPress não é possivel.

Mas não quero perder quatro anos de blog. Então já viu né...
Sugestões, bilhetinhos e dicas seram bem vindas!

Obrigado!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h35 [] [envie esta mensagem]


Diário de bordo data estelar 14012007-1547.

Nota.

 

Eu capitão Rodrigo Figueiredo, em uma habitual navegação pelo Espaço Cibernético tenho que admitir que me surpreendi.

Fiquei literalmente boquiaberto, pois recebi um presente por assim dizer.

Nada mais nada menos do que um outro sítio neste vasto Espaço.

Não que este não me atenda nem me satisfaça, ele em si só têm um problema, não é gratuito.

Atualmente tenho tentado me desvincular do que concerne os provedores e contas pagas.

Mas é uma atividade um tanto quanto complexa por envolver a impossibilidade de levar os mais idosos da tripulação.

Este novo sítio tem capacidade, não é este o problema, mas não há como levá-los até lá.

Então está parte da tripulação teria que ficar aqui.

Enquanto as novas gerações seriam destinadas ao novo sítio.

Está é realmente uma decisão complexa visto que já se foram três anos neste sítio, nesta nave, onde foram vividos e relatados vários acontecimentos.

Não é uma atividade simples, porém é algo que almejo.

Ainda não sei como solucionar este impasse como capitão, me vejo impossibilitado de abandonar assim uma parte importante da tripulação.

Mas a visão de um novo e abrangente espaço onde novas possibilidades, e viagens se vislumbram é realmente tentadora.

Por enquanto visto a falta de solução momentânea as duas naves vão seguir viagem juntas.

 

http://bodas.wordpress.com/

http://rodrigo-fig.blog.uol.com.br/

 

Por favor, envie isto está ultima parte a toda a frota.

É concedida a Ordem de Mérito e Amizade ao Capitão da Nave Trottiliana, capitão Adriano Trotta, pela incomparável atitude e demonstração das qualidades que concernem e abrangem este titulo a ele conferido!

 

Fim de Nota.

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h03 [] [envie esta mensagem]


Férias no Rio

Cara foi bom!
Foi divertido e mais otras tantas coisas...

Essa é do Rô com a Má...
Já essa era o Bodas mesmo!!!!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 18h18 [] [envie esta mensagem]


BATIZADO

É verdade!
Aconteceu comigo!
Você é batizado quando criança com aguá...
Depois na adolecência você é batizado com óleo.
Quando você compra um barco você quebra uma champanhe!
Pra poder batizar ele.
Mas o batismo de moto é cair mesmo!
E ontem aconteceu comigo!
Levei um tombo besta!
E como consequência estou todo ralado e dolorido.
Mas dos males este é definitivamente o menor.
Afinal podia ser pior e um ralado a mais não vai fazer mal ao meu curriculo!
Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 08h33 [] [envie esta mensagem]


Game
Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 08h06 [] [envie esta mensagem]


To precisando disso...


To mais curtindo a Moto e o momento...
Sem muita vontade de escrever e tal...
Então que Garfield me ajude!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h26 [] [envie esta mensagem]


Motomento

Venho por meio desta agradecer...
Aqueles que me apóiam...
Mesmo não concordando com minha escolha...
Estou de moto! Realizando um sonho antigo...
Obrigado por entenderem minha vontade e me apoiarem!

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h18 [] [envie esta mensagem]


Lua ?!?


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h03 [] [envie esta mensagem]


Niver

Então,

Foi meu aniversário...
(Como se alguém que acessa isso aqui não soube-se...)
Vinte e Sete anos! Gostaria de agradecer a TODOS! Obrigado mesmo!
Não só pelos presentes! Mas mais pelo carinho!

OBRIGADO

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 09h58 [] [envie esta mensagem]


PodCasting

Meu exemplo de PodCasting teve que ficar só no Sotaques!
Mas parece que nem lá tá funcionando legal então dá pra pegar o audio daqui do Multiply!!
Mas ficou muito interessante!


Pelo menos na minha opinião claro!
Vá lá! ps: Comente nos dois tá?!?


;)


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 23h07 [] [envie esta mensagem]


Momento Garfield


Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h44 [] [envie esta mensagem]


Esperando seus comentários

Acho que é isso que acontece com quem escreve!



Espera que as pessoas visitem e comentem....
Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 10h45 [] [envie esta mensagem]


Cena de Quinta-Feira passada...

A Câmera faz um Fade In numa sala de escritório.
Grupinhos discutem a possibilidade de grave, os mais exaltados falam que vão aderir, outros falam que não vai acontecer.
Todos chegam a uma conclusão. Só se pode acreditar na greve depois que acontecer, até isso é só especulação mesmo.
Fade Out e a cena se passa para a casa de um cabeludo em especial.
Já é noite e pra prevenir decide ligar e pedir carona com uma amiga, já que o carro está a duas semanas em outra cidade para conserto.
Eu disse duas semanas, é errei... Neste momento eram apenas uma semana, seis dias e umas 12 horas.
Tenho que contar a história direito oras.
De cima se acompanha o carro. Muda a câmera e para de dentro do portão de entrada do serviço.
O carro entra sem problemas, não teve greve.
Mas bem... Fazer o que não é?!?
Entram pra trabalhar...
Podia acabar aqui? Não...
Afinal ainda não aconteceu nada...
Este post merece mais coisa né?!?

Uma hora se passa da mais absoluta normalidade.
Porém adentra a sala, uma mulher num vestido roxo e diz.
 
-          Bom dia pessoal. Nos estamos evacuando o prédio! Não precisam se preocupar, mas houve uma ligação suspeita falando dá existência de uma bomba no prédio e temos que verificar. Por Favor, deixem suas coisas e saiam agora! Vamos lá!
 
Rindo todos vão saindo... Alguns levando suas coisa, afinal se explodir não perdem nada, outros sem levar nada pensando que seria rápido...
A câmera para em um sujeito olhando o relógio, 9 horas da manhã.
Nisso a câmera gira e mostra a multidão de pessoas aglomerada com o prédio ao fundo.
Pessoas passam, muita conversa e risada.
A câmera vai novamente parar no tipinho olhando o relógio, 10 horas da manhã.
Os rostos já não estão mais alegres e brincalhões, todos começam a se dispersar e ir para as lanchonetes da redondeza para tomar um lanche.
A câmera acompanha um pequeno grupo que decide ir a lanchonete.
Na saída novas risadas. Varias viaturas da policia estão na porta do prédio.
Já na lanchonete o fluxo normal... Come, bebe, conversa.
Caminho de volta, a câmera está atrás deste grupo e na frente mostra grandes grupos vindo o sentido contrario.
Todos foram dispensados para ir almoçar mais cedo.
Ao shopping e avante! Com aval dos lideres e tudo mais.

Chegando ao shopping em dois carros.
Cada carro com quatro ocupantes homens.
Eles param na estrada principal do shopping.
Se fosse um grupo de mulheres acho que a resposta lógica seria olhar as vitrines e experimentar sapatos...
Mas num grupo de homens... A opção lógica é sempre o PlayLand...

Risos e mais risos e a disputa na primeira máquina de simulador de corrida acaba.
Mais um simulador de corrida, depois uma partida de Ar Game.
Jogo vai jogo vem...
E o tempo vai.

Almoço, o pessoal ri e se diverte.
A câmera desse a altura da cintura e mostra o celular tocando.
Terminada a ligação e tudo normal, nenhuma bomba foi achada e podemos voltar.

Podia terminar aqui a história?
Mas ainda assim não aconteceu nada de tão assim...
Bem vamos continuar então...
Quem sabe pode ficar mais pitoresco ainda o dia...
Afinal uma possível bomba e uma falta de greve não chamam tanta a atenção!

Volta ao trabalho depois das 14 horas.
Tudo normal, o cabeludo está ansioso, seu sogro já saiu da outra cidade trazendo seu carro e às 17 horas ele vai sair do trabalho de fretado para pegar o sogro na rodoviária.
No trabalho nada acontece de novo, e falta pouco para as 17 horas quando ele se levante e se prepara para sair.
Ultima verificação se não está esquecendo alguma coisa...
Opa, A câmera passa pelo rosto de estranheza e espanto do cabeludo.
A câmera gira pelo corpo dele enquanto ele percorre os bolsos freneticamente...
Abre gaveta, procura na mesa, olha debaixo da mesa...
Nada.
Onde está o Palm? Sim no Bolso direito da calça estava um Palm o tempo todo.
Ele volta  e busca na memória.
Ele saindo de casa com o Palm, Ok.
No carro da amiga com o Palm na mão, Ok.
Já saindo na hora da possível bomba. O palm sendo colocado no bolso, Ok.
Lanchonete, ele nem tirou o Palm do bolso. Ok.
Carro indo pro shopping, Palm na mão. Ok. (Neste momento uma gota de suor fio escorre pela testa.)
Já no PlayLand. Primeiro jogo de simulador de carro, o Palm do lado, junto a manopla de marcha. Ok.
Já no segundo jogo de carro. Pegou o Palm? Ele se vê no sentado no segundo simulador tentando achar onde deixar o Palm. É agora. Acabou o jogo.
Ele se levanta. Mas sem o Palm.
Fui ai que ele esqueceu.
Corre no amigo que o levou ao shopping e pede para verificar o carro a procura do Plam.
Mas sabe que não foi lá que o Palm ficou.
Decidido ele resolve ir pegar o seu carro.
Afinal de carro ele pode voltar ao shopping e procurar no próprio PlayLand.

Já na rodoviária uma hora depois ele encontra o sogro.
A câmera fica de frente para o carro, eles entram no carro, colocam o cinto de segurança...
A câmera vai para a chave na ignição, gira a chave.

TITITITITITITITITI

Nada do carro pegar.
Abre o capo olha, tudo normal.
Volta pra dentro do carro.

TITITITITITITITITI

Pega o telefone e liga.
É pelo que você está falando parece ser a bomba de combustível.
Ele sai, vai ao banheiro e deixa o sogro com o carro.
Na volta o sogro conseguiu fazer o carro pegar.

E é isso...
E ainda não terminou essa novela.
O Plam realmente não foi encontrado.
Ou melhor, com certeza foi, só não foi devolvido.
O carro ainda não está 100%...

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 10h27 [] [envie esta mensagem]


Tempestade




Não tenho tempo a perder
a vida é muito curta pra fazer todas as coisas
que eu quero fazer
pra viver tudo que eu quero viver, pra dizer tudo que eu
quero dizer
pra ver tudo que eu quero ver
pra entender algúma coisa do que
vale a pena, só do que vale a pena
e aprender a esquecer tudo o que faz a
minha alma se sentir pequena
quem me envenena de um jeito
traiçoeiro
esquece que o feitiço às vezes vira contra o feitiçeiro
mas tô
ligeiro, um dia é do caçador, outro da caça
nada nessa vida a gente ganha de
graça
eu fui na raça e no peito e vim no peito e na raça
passei na
tempestade e vi que a tempestade passa
tá na correria? Vai nessa
mas onde
você vai com tanta pressa?
tem armadilha na trilha, tem armadilha na
trilha
tem armadilha na trilha, tem armadilha
Passei por toda tempestade e
sei que toda tempestade passa
agora faz calor, depois também faz frio
a
vida é feito um mar e eu vou que nem um rio
correndo sem parar, sei que vou
chegar
sei que vou chegar, apesar dos meus desvios

sei que vou chegar e que eu não me extravio
sei que vou chegar e que eu
não vou vazio





quando a bomba estourar eu quero 'tar sorridente
quero 'tar
limpando os dentes com um pedaço do pavio
sem perder a perseverança
sem
perder o equlíbrio na balança
sem perder a humildade na bonança
que depois
da bonança vem tempestade, cumpádi

depois da bonança vem tempestade,
cumpádi
depois da bonança vem tempestade
depois da tempestade vem bonança
também
atividade enquanto o lobo não vem
tem armadilha na trilha, tem
armadilha na trilha
tem armadilha na trilha, tem armadilha
passei por toda
tempestade e sei que toda tempestade passa

Nada, nada, respira
direito
respira, respira, o ar ficou rarefeito
se a canoa tá virada não
tem outro jeito
vai no peito e na raça, vai na raça e no peito

Nada
como um nado estilo livre nesse mar
nado de peito que é desse jeito que eu
curto nadar
nadar da pedra pra praia, da praia pra pedra, do canto pro meio,
do meio pro canto, do raso pro fundo
do fundo do peito, de dentro da onda pra
fora da linha da arrebentação da ressaca do mundo
alguns segundos só na
apnéia
sem respiração, só pra abrir o pulmão e as idéias
só pra sentir
saudade do oxigênio
e respirar de novo e me lembrar de que isso é um
prêmio
só pra cuspir com força o gás carbônico
como se eu vomitasse os
meus problemas mais recentes e os crônicos
como se eu decolasse naquela asa
delta que levou o nosso amigo de repente
e pudesse pousar tranquilamente,
talvez no pára-pente, talvez no pára-quedas sobressalente
sorridente como
sempre lá no alto, sempre pronto pra dar mais um salto
o nosso encontro tá
marcado aí no céu
a gente perde a linha mas não perde o carretel
Não tenho
tempo a perder
a vida é muito curta pra fazer todas as coisas que eu quero
fazer

Quem tem boca vai a Roma, quem tem barco vai a remo
quem tem
burka vai a Meca, quem tem beca vai a festa e parte logo pro ataque
quem tem
beque se defende, quem tem craque surpreende com uma jogada de ...
estufa a
rede, faz um golaço
o lançe é ocupar os espaços
sem perder a
perseverança
que depois da tempestade vem bonança

depois da bonança
vem tempestade, cumpádi
depois da bonança vem tempestade
depois da
tempestade vem bonança também
atividade enquanto o lobo não vem
tem
armadilha na trilha, tem armadilha na trilha
tem armadilha na trilha, tem
armadilha
passei por toda tempestade e sei que toda tempestade
passa

Gabriel Pensador

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 12h48 [] [envie esta mensagem]


O que sabemos sobre nós?

O que sabemos sobre nós?

No começo só havia o vazio...
Transbordando com infinitas possibilidades...
Das quais você é uma...

Como nós podemos continuar a ver o mundo como real se nosso âmago que está determinado a ser real é intangível?

Quem somos?
De onde viemos?
O que devemos fazer?
E para onde vamos?

por que estamos aqui?
Essa é a pergunta elementar!

O que é realidade?
O que eu achava irreal hohe é para mim mais real do que coisas que achei reais, que agora acho que são irreais.

Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições.
O mundo é plano...
O mundo é redondo, etc...

Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdades mas que podem ou não ser verdadeiras.

Claro que históricamente, na maioria dos casos não eram verdadeiras.
Se tomarmos a história como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas.
Estamos presos à certos preceitos sem saber disso.
É um paradoxo.

É hora de ficar esperto.
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?
Não é incrível existirem opções e potênciais que desconhecemos?
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criam nossas vidas.
Que compramos a ideia de que não temos controle algum?
Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno.
Na ciência moderna é justamente o contrário.
Ela diz que o que acontee dentro de nós é que vai criar o que acontece fora.
Então os cientistas se perguntam:
Quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos?

Bem vindo à grande quadra de possibilidades intermináveis.
  ( Um menino joga a bola e que passa pelas mãos e bate no estomago ).
 - Horrivel. Têm que acertar pelo menos uma! Diz o menino.
 - Isso doeu! Responde a mulher.
 - A bola não tocou em você.
 - Tá bom.
 - E não é solida. A maior arte dessa bola está vazia

De uma olhada em  um atomo por exemplo.
Pensamos que é uma especie de bola sólida.
Mas na verdade.. É esse pontinho pequeno com matéria centro cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem.
Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensavamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons.
A coisa mais sólida que pode existir nssa matéria desprovida de substância é mais um pensamento, um bit de informação concentrada.

 - Como eu disse, você nunca tocou em nada. Diz o menino.

Os elétrons criam uma carga que afasta os outros eletrons antes do toque.

- Então.. Ninquem toca em nada...  Continua o menino com expressão de simplicidade.

Essa exposição vem do Japão.
E o autor é o Sr. Missuro Imoto. Ele se interessou na estrutura molecular da água e o que a afeta.
Sendo a água o mais receptivo dos quatro elementos, O Sr. Imoto pensou que ela poderia responder a eventos não físicos.
Ele então realizou vários estudos onde aplicou estimulos mentais e os fotografou com um microscópio de anti-matéria.
A primeira foto é da água da represa Fujiwara (A imagem de um floco de neve distorcido) .
E essa foto é da mesma água após sido benzida por um monge zen-budista (A imagem de um floco de neve perfeito).
Nestas próximas séries de fotos, p Sr. Imoto imprimiu palavras e as colocou em garrafas de água destilada, deixando-as passar a noite assim.
Essa primeira foto mostra a água destilada em sua essência (A imagem de um tetraedo simples).
A foto a seguir como podem ver, é diferente. É o "Chi do amor" (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa forma diferente).
E aqui vocês podem ver a foto da palavra "Obrigado". (A imagem de um floco de neve perfeito, mas numa outra forma diferente).

A ciência de como isto afeta as moléculas é desconhecida.
Menos para as moléculas da água, claro.
E é fascinante se pensarmos que 90% do nosso corpo é composto de água.

Faz a gente pensar, não é?
Se pensamentos fazem isso com a água, imagine o que podem fazer conosco.

Se você acreditar com tudo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

No nível subnuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Como um homem ou uma mulher podem pecar contra algo tão supremo?
Como pode uma pequena unidade de carbono, na terra, na via láctea, trair Deus todo poderoso?
É impossivel.
O tamanho da arrogância é o tamanho do controle daqueles que criam a imagem de Deus de forma errada.
É hora de ficar esperto.

Hem? Não entendeu?

Aqui está o video de onde tirei este texto...
Só pra fritar um pouco as mentes ociosas.

What the Bleep Do We Know?

Escrito por Rodrigo Figueiredo. às 13h59 [] [envie esta mensagem]


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